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Um mapeamento das principais tendências emergentes do SXSW 2026 filtradas pela lente das novas gerações. O estudo cruza observações dos painéis globais do festival com dados primários e secundários sobre Geração Z e Alpha, investigando como IA, creator economy, pressão econômica, lealdade de marca e identidade cultural estão redesenhando comportamentos, expectativas e o próprio campo competitivo das marcas.

Um mapeamento aprofundado sobre como influenciadores, comunidades, plataformas e formatos moldam o comportamento, a cultura e as decisões de consumo da Geração Z brasileira. O estudo revela onde a influência realmente acontece — da identidade à rotina, do feed à fatura —, investigando credibilidade, autenticidade e o novo papel das comunidades como epicentro da cultura jovem.

Um mapa completo da relação da Geração Z com a Black Friday: como esse público decide onde comprar, o que faz uma marca ganhar ou perder confiança, e como o evento se espalha e ressoa nas redes sociais. O estudo cruza dados de comportamento de consumo com análise de talkability digital para revelar o que de fato move — e paralisa — o jovem consumidor brasileiro durante a maior temporada de compras do ano.

Um mapeamento sobre como a Geração Z brasileira se relaciona com festivais de música: suas motivações, barreiras, rituais de preparação e a forma como avalia e interage com marcas patrocinadoras nesses espaços. O estudo investiga a dimensão híbrida e intencional dessa experiência cultural, do planejamento do look ao consumo dentro do evento, passando pela vivência digital quando o ingresso não é possível.

Um mapeamento do campo de batalha da moda para a Geração Z brasileira: como o consumo orientado por ocasião e identidade, o orçamento restrito, a ascensão das plataformas asiáticas, a Taxa das Blusinhas, a cultura do brechó e a chegada de marcas globais com narrativas já consolidadas digitalmente redesenharam completamente o mercado — e o que as marcas precisam entender para navegar esse novo cenário competitivo.

Um mergulho em como a Geração Z vive, sente e consome o Carnaval no Brasil. O estudo mapeia comportamentos de curtição, sociabilidade, estética, mobilidade, alimentação, pagamento e presença de marcas durante a maior festa popular do país — revelando um Carnaval que é ao mesmo tempo performance coletiva, autocuidado e território de cultura.

Um estudo sobre as novas possibilidades para o Brasil reafirmar o título de “país do futebol” na era das mídias conectadas e omnichannel. Analisa como a geração atual lida com o estigma das cores da seleção, a transformação do patriotismo e as novas formas de viver o futebol dentro e fora do campo.

Um estudo sobre como a Geração Z está ressignificando o Natal no Brasil — rejeitando o imaginário importado de neve e suéter em favor de uma estética tropical, autêntica e afetiva. A pesquisa investiga os comportamentos de consumo, os símbolos que fazem sentido para essa geração e como o ato de presentear se transforma numa expressão de identidade e cuidado dentro de redes de afeto escolhidas.

O dinheiro é o principal marco da vida adulta para a GenZ. Mas serviços financeiros são a categoria que mais erra segundo 39% dos jovens.

Para 74,8% da GenZ, sucesso financeiro é pagar as contas e ainda sobrar dinheiro. Não ter carro, não consumir sem limite. Os dados da pesquisa GenZ Faz 30 anos mostram uma geração que trocou ostentação por estabilidade.

A Copa de 2026 foi chamada de "Copa dos Protagonistas". O caso Endrick mostra por quê: a GenZ não acompanha só o jogo, ela acompanha a história. E quando o protagonista é da mesma geração, a identificação vira reconhecimento e a atenção vira decisão de compra.

76% da GenZ sente que a vida adulta mudou para a sua geração. E 64% dos jovens do mundo não acreditam num futuro melhor. Se as etapas da vida estão em crise, o conceito de adolescente ainda faz sentido? E o que isso muda para as marcas?

A geração mais digital não está apenas descobrindo livros na internet. Está usando os livros para criar comunidade dentro e fora dela.

97% da GenZ brasileira acompanha a Copa do Mundo, mas a forma de torcer mudou: das redes sociais aos memes, o futebol virou fenômeno de cultura pop.