
Como a GenZ vive, consome e atribui valor à experiência dos festivais de música e o que isso significa para marcas e artistas.
Um mapeamento sobre como a Geração Z brasileira se relaciona com festivais de música: suas motivações, barreiras, rituais de preparação e a forma como avalia e interage com marcas patrocinadoras nesses espaços. O estudo investiga a dimensão híbrida e intencional dessa experiência cultural, do planejamento do look ao consumo dentro do evento, passando pela vivência digital quando o ingresso não é possível.
Motivações para ir a um festival
Trope-se + InstitutoZ, 2026
69%
Lembram da marca que proporcionou algo útil (água, sombra, carregador, conforto)
Principal fator para uma marca ser lembrada após o evento
Trope-se + InstitutoZ, 2026
Trope-se + InstitutoZ, 2026
Trope-se + InstitutoZ, 2026
Festivais frequentados pela GenZ no último ano
Trope-se + InstitutoZ, 2026
97%
Vão a festivais para assistir ao show de um artista que gostam
Nenhum respondente selecionou apenas esta opção — sempre é uma combinação de fatores
55%
Vão ao festival para confraternizar com amigos e/ou familiares
Motivação complementar ao artista — a experiência social amplifica o valor do evento
Trope-se + InstitutoZ, 2026
Frequência a grandes festivais no último ano
Trope-se + InstitutoZ, 2026
77%
Já deixaram de ir presencialmente por falta de dinheiro
Barreira financeira é a principal causa de ausência presencial nos festivais
Trope-se + InstitutoZ, 2026
59%
Parcelam o ingresso no cartão de crédito
O parcelamento funciona como ferramenta de acesso à experiência, não como dívida
Trope-se + InstitutoZ, 2026
87%
Acompanham online quando não podem ir presencialmente
Estratégia de acesso à experiência quando há barreiras financeiras ou de mobilidade
Trope-se + InstitutoZ, 2026
Comportamentos de preparação para o festival
Trope-se + InstitutoZ, 2026
Trope-se + InstitutoZ, 2026
Gasto interno durante o festival
Trope-se + InstitutoZ, 2026
Trope-se + InstitutoZ, 2026
Fatores para uma marca ser lembrada após o festival
Trope-se + InstitutoZ, 2026
43%
Consideram o mais valioso nas ativações de marca: oferecer algo funcional que resolve um problema
Infraestrutura de conforto gera mais valor percebido do que ações estéticas ou cenográficas
Trope-se + InstitutoZ, 2026
Top 5 festivais mais desejados pela GenZ (ranking de prestígio)
Trope-se + InstitutoZ, 2026
Trope-se + InstitutoZ, 2026
34%
Se consideram criadores de conteúdo
Considera-se criador toda pessoa que publica vídeos, fotos ou conteúdo autoral em redes sociais
Trope-se + InstitutoZ, 2026
Análise Teórica
O material parte do perfil demográfico da amostra para estabelecer quem é a Gen Z que frequenta festivais, depois mapeia as barreiras de acesso (financeiras e de mobilidade) e as motivações de ida, mostrando que o consumo é priorizado emocionalmente mesmo sob restrição. Em seguida, descreve como a experiência começa antes do evento (preparação estética) e se estende ao digital quando o presencial não é possível. A partir daí, o argumento pivota para a relação com marcas: a Gen Z é aberta à presença de marcas, mas avalia pela utilidade concreta — não pela criatividade ou impacto visual. O material então apresenta o ranking de festivais e artistas de maior ressonância, concluindo com a ideia de que artistas funcionam como pontes culturais entre grandes eventos e nichos, e que o interesse da Gen Z é diverso e não linear.
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Materiais
N TOTAL
5.102
respondentes
2026
coleta dos dados
Completude
100%
Distribuição por Raça
Geração
Gênero Majoritário
Pesquisa quantitativa aplicada em território nacional, em parceria entre Trope-se e InstitutoZ, cobrindo todos os 27 estados do Brasil. A base principal é composta por 3.988 respondentes da Geração Z, com 7% de Millennials no total de 5.102 respondentes. O perfil da amostra é majoritariamente feminino cis (79%) e pardo/preto (75%), refletindo a composição real e diversa da GenZ brasileira que frequenta o universo de festivais.