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Um diagnóstico sobre os desafios reais das empresas brasileiras ao se relacionarem com a Geração Z — como profissionais, consumidores e formadores de opinião. O estudo investiga percepções, estereótipos e lacunas estratégicas nas frentes de comportamento, trabalho, comunicação e estratégia de negócios, revelando onde o desalinhamento entre o mercado e a GenZ realmente acontece.

Um mapeamento das principais tendências emergentes do SXSW 2026 filtradas pela lente das novas gerações. O estudo cruza observações dos painéis globais do festival com dados primários e secundários sobre Geração Z e Alpha, investigando como IA, creator economy, pressão econômica, lealdade de marca e identidade cultural estão redesenhando comportamentos, expectativas e o próprio campo competitivo das marcas.

Um mapeamento aprofundado sobre como influenciadores, comunidades, plataformas e formatos moldam o comportamento, a cultura e as decisões de consumo da Geração Z brasileira. O estudo revela onde a influência realmente acontece — da identidade à rotina, do feed à fatura —, investigando credibilidade, autenticidade e o novo papel das comunidades como epicentro da cultura jovem.

Um mapeamento profundo sobre como a Geração Z brasileira consome, compartilha e ressignifica memes como linguagem cultural, ferramenta de expressão emocional e mecanismo de construção de comunidades — e o que isso significa para marcas que desejam se aproximar desse público de forma autêntica.

Se todo mundo está publicando, quem de fato vira referência? Um estudo do InstitutoZ revela que 56% da GenZ não liga para o tamanho da audiência. A lógica de seguidores como sinônimo de influência está mudando.

O lançamento de EQUILIBRIVM II, de Anitta, escancarou a contradição brasileira de consumir a cultura dos terreiros sem reconhecer sua origem religiosa — e revela como a GenZ se relaciona com espiritualidade e identidade.

Pesquisa qualitativa do InstitutoZ analisou os cases de humanização de marca de Magalu, Nubank e Netflix e o que eles revelam sobre o comportamento e os critérios de confiança da GenZ.

Manchetes sensacionalistas sobre a GenZ dizem mais sobre resistência cultural do que sobre a geração. Os dados do InstitutoZ da Trope-se mostram outra realidade.

Pesquisa do InstitutoZ com 1.479 jovens revela que 80% da GenZ vê memes como ferramenta de conexão entre pessoas.

Pesquisa do InstitutoZ com o Saquinho Mídias Criativas classifica memes em 4 tipos e explica os mecanismos por trás da viralização entre a Geração Z.