
Como a GenZ brasileira reescreveu os termos do amor — e o que isso significa para vínculos, datas e marcas.
Um mapeamento inédito sobre como a Geração Z brasileira reescreve os termos do vínculo afetivo — do namoro ao casamento, das datas comemorativas ao consumo como linguagem de cuidado. O estudo investiga como essa geração ama, o que a esgota, o que a conecta e o que espera de marcas que queiram se comunicar com autenticidade sobre afeto, família e relacionamentos.
🔒 Prévia exclusiva
68%
acredita que vive o amor de forma muito diferente das gerações anteriores
Script do Amor · InstitutoZ + Trope-se · 2025/26 · n=1.054
Mas apenas 6% dos GenZ chama isso de exclusivamente geracional. Para a maioria, se trata também de uma história pessoal.
56%
Relacionamentos mais curtos
47%
Mais medo de se machucar
46%%
Mais conversas sobre sentimentos
O que pesa para um vínculo durar
Uma geração que quer profundidade, mas tem medo de se apegar
70%
da GenZ vive algum grau de medo de se apegar mais do que a outra pessoa.
O medo não vem da fraqueza, mas de experiências passadas que foram dolorosas. Mulheres e homens experienciam esse medo de formas muito diferentes e a diferença tem raízes históricas.
FALAR SOBRE SENTIMENTOS? NÃO EM CASA.
88%
evita falar sobre vida afetiva com a família em algum nível.
COMO INTERPRETAR?
O silêncio familiar é uma espécie de gestão da exposição de assuntos íntimos. A GenZ aprendeu que nem todo espaço é seguro para a vulnerabilidade.
DIA DAS MÃES
46%%
celebra o Dia das Mães.
A DATA COM MENOS REJEIÇÃO (5%)
A mãe é família para 51% da GenZ - mais do que pai, irmãos ou qualquer outro vínculo.
DIA DOS NAMORADOS
64% celebra o Dia dos Namorados… mas o que celebra?
37%
a data é simbólica.
33%
a data é importante.
10%
é só comercial.
Autocuidado é amor próprio
77%
dá nota máxima para 'autocuidado é amor próprio' — maior consenso da pesquisa
Supera até a importância dos acordos afetivos (4,6/5)
Para 100% das mulheres, receber produto de cuidado pessoal é sempre lido como gesto afetivo positivo: seja carinho, intimidade, ou algo que depende do contexto. Nunca como violação de espaço. A categoria tem caminho aberto no consumo afetivo GenZ.
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N TOTAL
1.054
respondentes
2026
coleta dos dados
Completude
100%
Geração
Subgrupos
Pesquisa inédita realizada pelo InstitutoZ e Trope-se com 1.054 respondentes da Geração Z (nascidos entre 1996 e 2009/2010), de 17 a 30 anos, extraídos de uma base total de +1.300 respondentes. A amostra cobre 26 estados e o Distrito Federal, com boa aderência à distribuição regional do Censo 2022/IBGE. Mais de 90 perguntas aplicadas. O estudo é também um aprofundamento temático da pesquisa GenZ Faz 30 (n=6.940), que mapeia os marcos da vida adulta da geração. Fontes externas: IBGE — Estatísticas do Registro Civil 2024 e Censo 2022. Referências teóricas: Bauman (2004), Illouz (2012), Giddens (1992), bell hooks (2000), Hochschild (1983), Bowlby & Ainsworth, Neff, Luhmann, Bourdieu (1998).
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